Diário de um coração.


Óh como eu gostava de ser como tu, querida rapariga. És sem dúvida uma miúda forte, nunca ponhas isso em questão. És tão, mas tão diferente de mim. Hoje … bem hoje sinto-me tão apertadinho. Sinto a alma, a minha alma, a alma de um coração destruído, mais longe da realidade. Vejo as coisas duma perspectiva tão diferente da tua. Tiraram-te de mim, derrubaram-me, mataram-me. Agora vives com um novo espírito dentro de ti, vives uma nova vida, num mundo aparte. Vives sem mim e sabes? Estás a lidar bem com isso e fico muito feliz por sabê-lo. Segues o que a tua alma diz, porque ela é mais certa. Mais genuína. Mais pura. Óh como eu gostava de ser como tu, querida rapariga.

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